Desde a nossa fundação, seguimos construindo uma história de tradição e compromisso com a qualidade têxtil. Cada etapa dessa jornada representa crescimento, inovação e dedicação ao nosso setor.
Os 4 irmãos Adolfo, Emílio, Henrique e Max Vogelsanger, netos de imigrantes suíços vindos nas primeiras barcas que fundaram Joinville, se reúnem para iniciar uma ideia empreendedora. Ali se inicia a Irmandade dos Pássaros Cantantes, como se traduz a primeira razão social da empresa: Vogelsanger Irmãos Ltda
Ampliações estruturais com inicio da produção de seu próprio tecido e construção do primeiro galpão da Confecção. Até este momento, a confecção era feita no sótão da casa de Adolfo, onde sua esposa Paula ensinava senhoras a técnica de costura. Iniciou-se a produção de camisetas, ceroulas e outros produtos que atendiam as necessidades básicas dos colonos
Durante a 2º Guerra Mundial, com importações proibidas, substituíram-se os fios ingleses por fios paulistas e blumenauenses, deixando não somente os fios garantidos, como também a manutenção de peças e máquinas, pois como autodidatas e com ajuda de boas fundições locais, os irmãos podiam fazer consertos, substituir peças e manter a produção em andamento.
Com os fundadores já em idade avançada e a morte de Adolfo, acontece a entrada de seu neto, Roberto Jorge Keller, na gestão da empresa, trazendo grande impulso e energia aos negócios, com conhecimentos recém adquiridos na faculdade de engenharia e muita vontade de expansão. Ao seu lado, o acompanhava ainda o tio-avô Henrique como diretor técnico.
O título conquistado pela Seleção Brasileira Tricampeã da Copa do Mundo deu, neste ano, o pontapé para a mudança de rumo nos artigos, agora com foco para meias e camisas esportivas. A empresa expandiu a venda de produtos para todo o Brasil. Nos anos seguintes foi fundado o JEC- Joinville Esporte Clube, no qual a empresa teve grande participação com patrocínios e produziu sua primeira camisa. A razão social da empresa passou a ser Campeã SA Industria Textil.
Inicia-se a produção de confecções para terceiros (Private Label), ampliando alcance internacional, com exportação de produtos em algodão fio tinto, em especial listrados, para grandes marcas do varejo americano. Este período foi marcado também pela construção da nova Fiação de algodão dentro do parque fabril, com maquinário moderno e investimento pesado. Foram anos de intenso crescimento, agora sob a gestão de Roberto.
Com a globalização e a abertura do mercado brasileiro, alterou-se a dinâmica do setor têxtil nacional, sendo necessário adaptação estratégica diante da concorrência asiática, alterando-se para produtos de maior qualidade, mais exclusivos, voltando a produção para o mercado brasileiro de marcas de alto luxo.
Reorganização das atividades produtivas, com fortalecimento da estrutura patrimonial e consolidação de ativos imobiliários. A administração de imóveis próprios passa a ser parte importante nas atividades da empresa, com a redução da produção têxtil. Entrada da 4º geração da família na empresa com as filhas de Roberto.